CNAB 444: o que é, layout do arquivo e como validar a remessa

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CNAB 444 é o arquivo de remessa usado para informar ao custodiante ou ao administrador de um FIDC os direitos creditórios de uma cessão. Cada título vira uma linha de detalhe com exatamente 444 caracteres. Nela estão os dados do título, da cessão, do sacado e do cedente, além da chave de acesso da nota fiscal eletrônica. O layout nasceu do CNAB 400 de cobrança do Bradesco, acrescido de 44 posições, o tamanho da chave da NF-e. Não existe um padrão único publicado pela FEBRABAN: cada administrador mantém a sua versão. Por isso, o mesmo arquivo pode ser aceito por um fundo e recusado por outro.

O que significa CNAB 444?

CNAB é a sigla de Centro Nacional de Automação Bancária, origem dos padrões de troca de arquivos entre empresas e bancos. O número indica quantos caracteres tem cada linha do arquivo. Os formatos clássicos são o CNAB 240, padronizado pela FEBRABAN, e o CNAB 400, em que cada banco publica o seu layout.

O CNAB 444 surgiu quando fundos, bancos custodiantes e financeiras passaram a exigir a chave da NF-e de cada duplicata negociada. Em vez de criar um formato do zero, o mercado partiu do CNAB 400 do Bradesco e acrescentou as 44 posições da chave. Assim, quem recebe o arquivo confere se existe uma nota fiscal por trás de cada título. Esse é um passo central da validação de lastro em FIDC.

Quem gera e quem recebe o arquivo

Quem gera é o originador, a partir do sistema de gestão da operação. Em geral, é a consultoria especializada do fundo ou o próprio cedente. Por outro lado, quem recebe é o custodiante ou o administrador, que atribui ao originador um código no cadastro. Esse código, então, vai no header de cada remessa. Além disso, o mesmo arquivo serve para dar entrada em títulos novos e para enviar instruções sobre títulos já cedidos, como baixas, recompras e alterações.

CNAB 240, CNAB 400 e CNAB 444: qual a diferença?

FormatoTamanho da linhaQuem define o layoutEstruturaUso mais comum
CNAB 240240 caracteresFEBRABAN, com particularidades por bancoArquivo, lotes e segmentosCobrança, pagamentos e extratos
CNAB 400400 caracteresCada bancoHeader, detalhe e trailer; em geral, um registro por títuloCobrança bancária
CNAB 444444 caracteresCada administrador ou custodiante, a partir do 400 do BradescoHeader, detalhe, lastro (em algumas versões) e trailerCessão de recebíveis a FIDCs e operações que exigem a chave da NF-e

Na prática, o que diferencia o 444 é a chave da NF-e. Além disso, na versão usada por administradores de FIDC, o arquivo traz campos próprios da cessão, como coobrigação, número do termo de cessão e valor de aquisição.

Como o arquivo CNAB 444 é organizado

O arquivo é texto puro, sem separadores. Ou seja, o significado de cada informação depende da posição em que ela está. No layout de mercado para FIDC, todas as linhas, inclusive header e trailer, têm 444 caracteres, e a posição 1 identifica o tipo de registro.

RegistroCódigo na posição 1QuantidadeO que carrega
Header0Um, na primeira linhaLiteral REMESSA, código e nome do originador, banco, data de gravação e sequencial do arquivo
Detalhe1Um por títuloDados do título, da cessão, do sacado, do cedente e da nota fiscal
Lastro3Um ou mais por título, quando o layout prevêDocumentos que sustentam o título: NF-e, NFS-e, NFC-e, CT-e ou DM-e
Trailer9Um, na última linhaSequencial do último registro

Além disso, as posições 439 a 444 de cada linha trazem o sequencial do registro. Ele começa em 000001 no header e, depois, sobe de um em um até o trailer.

Onde fica a chave da NF-e

Há duas famílias de layout no mercado, e confundir uma com a outra leva à recusa do arquivo:

VarianteChave da NF-eSequencial do registroComo funciona
Extensão do 400Posições 401 a 444Posições 395 a 400, como no 400A linha de detalhe do 400 fica intacta e a chave é acrescentada ao final
Layout de mercado para FIDCPosições 395 a 438Posições 439 a 444Header, detalhe e trailer adaptados do 400 do Bradesco, com campos próprios da cessão

Há ainda instituições que mantiveram 400 caracteres por linha e acomodaram a chave dentro do próprio layout. Por isso, antes de gerar qualquer arquivo, peça o manual do administrador ou do custodiante e confirme a versão.

Regras de preenchimento que valem para todas as linhas

  • Campos numéricos: alinhados à direita, com zeros à esquerda. Quando não há informação, são preenchidos com zeros.
  • Campos alfanuméricos: alinhados à esquerda, com espaços à direita. Quando não há informação, ficam em branco.
  • Texto: tudo em maiúsculas, sem acentos e sem caracteres especiais, como Ç, @ e ?.
  • Valores monetários: duas casas decimais implícitas, sem ponto nem vírgula. Em um campo de 15 posições, 000000000247056 significa R$ 2.470,56.
  • Datas: formato DDMMAA.
  • Nome do arquivo: segue o padrão do receptor. No layout de referência, é CBDDMMxx.REM ou .TXT. CB é fixo, DD e MM são o dia e o mês de geração, e xx são dois caracteres livres.

Campos do registro de detalhe que exigem mais atenção

As posições abaixo seguem o layout de mercado CNAB 444 – Remessa (Mercado), versão 1.5, de fevereiro de 2021, usado aqui como referência. Outros administradores mudam a posição de alguns campos, mas a lógica é a mesma.

Título, cessão e valores

PosiçõesCampoO que observar
21 a 22Coobrigação01 com coobrigação do cedente; 02 sem coobrigação. Deve refletir o que foi pactuado no termo de cessão.
23 a 36Classificações do SCRCaracterística especial, modalidade, natureza, origem do recurso e classe de risco, conforme os anexos do Documento 3040 (SCR) do Banco Central.
38 a 62Número de controle do participanteIdentificador do título no sistema do originador. Deve ser o mesmo informado ao banco cobrador.
109 a 110Código de ocorrênciaDiz o que fazer com o título: aquisição, alteração, baixa ou recompra.
111 a 120Número do documentoNúmero do título. É o elo com o registro de lastro.
121 a 126VencimentoDDMMAA.
127 a 139Valor de faceValor nominal do título.
148 a 149Espécie do títuloPor exemplo, 01 duplicata, 02 nota promissória, 51 cheque e 60 contrato. A tabela completa é do administrador.
151 a 156Data de emissãoDDMMAA.
174 a 192Número do termo de cessãoVincula cada título ao instrumento de cessão assinado.
193 a 205Valor presente (valor de aquisição)Preço pago pelo fundo na data da cessão. A diferença para o valor de face é o deságio.

Sacado, cedente e nota fiscal

PosiçõesCampoO que observar
219 a 234Tipo e documento do sacado01 pessoa física ou 02 pessoa jurídica, seguido do CPF ou CNPJ em 14 posições.
235 a 314 e 327 a 334Nome, endereço e CEP do sacadoObrigatórios no layout de referência.
315 a 326Número e série da nota fiscalNúmero obrigatório para duplicata; série, quando houver.
335 a 394CedenteNome nas posições 335 a 380 e CNPJ nas posições 381 a 394.
395 a 438Chave da NF-e44 posições, obrigatória para duplicata.

Códigos de ocorrência mais usados

Os códigos de ocorrência são cadastrados pelo custodiante. Por isso, cada administrador pode ter a sua tabela. No layout de referência, os principais são:

CódigoOcorrênciaObservação
01Remessa: aquisição de títulosEntrada do título na carteira do fundo.
06Alteração de vencimentoServe para conciliação e não altera o vencimento original.
14Pagamento parcialO valor pago vai nas posições 83 a 92.
71Baixa por recompra ou por substituição por novo título, com liquidação para a consultoriaExige a contrapartida de código 81 no mesmo arquivo.
73Recompra parcial com adiantamentoO valor vai nas posições 83 a 92.
74Baixa por recompra ou por substituição por novo título, com liquidação para o cedenteExige a contrapartida de código 84 no mesmo arquivo.

Registro de lastro (tipo 3): quando o título tem mais de um documento

Desde 2021, o layout de referência prevê o registro tipo 3 para detalhar os documentos que sustentam cada título. Ele é útil quando a duplicata decorre de mais de uma nota. Também serve quando o lastro é uma nota de serviço, um conhecimento de transporte ou uma duplicata mercantil eletrônica. Os campos principais são:

  • Datas de emissão e vencimento, valor nominal e valor da nota fiscal.
  • Tipo de lastro: bens, serviços ou ambos, performados ou não. Por exemplo, SP indica serviços performados e BP, bens performados.
  • Número do título, que precisa ser igual ao número do documento informado no registro de detalhe.
  • Código de verificação da NFS-e, inscrição municipal do prestador e código IBGE do município, quando o lastro é nota de serviço.
  • Chave de acesso de 44 posições, quando o lastro é DM-e, NFC-e ou CT-e.

Uma regra merece destaque: a soma dos valores nominais dos lastros precisa bater com o valor do título no registro de detalhe. Performado significa que a mercadoria já foi entregue ou o serviço já foi prestado; não performado, que a entrega ou a prestação ainda vai acontecer.

Como conferir a chave da NF-e antes de enviar

A chave de acesso tem 44 posições, e cada trecho tem um significado. Assim, cruzar esses trechos com os demais campos do arquivo pega boa parte dos erros antes que o custodiante os encontre.

Posições na chaveConteúdoCoerência com o CNAB 444
1 a 2Código da UF do emitenteSem campo correspondente
3 a 6Ano e mês de emissão (AAMM)Compatível com a data de emissão do título
7 a 20CNPJ do emitenteNormalmente, o CNPJ do cedente (posições 381 a 394)
21 a 22Modelo do documento55 para NF-e
23 a 25SérieSérie da nota (posições 324 a 326)
26 a 34Número da notaNúmero da nota (posições 315 a 323)
35Tipo de emissãoSem campo correspondente
36 a 43Código numéricoSem campo correspondente
44Dígito verificadorRecalcular pelo módulo 11

No entanto, validar a estrutura não prova que a nota existe. Por isso, a consulta da chave na SEFAZ e o acompanhamento de eventos, como o cancelamento da nota, completam a verificação.

CNPJ alfanumérico: o que muda no CNAB 444

Desde 31 de julho de 2026, a Receita Federal atribui CNPJs com letras a novas inscrições. Os números existentes, porém, não mudam. Além disso, o CNPJ continua com 14 posições. As 12 primeiras podem ter letras maiúsculas e números. Os dois dígitos verificadores seguem numéricos e são calculados pelo módulo 11, com cada caractere convertido pelo valor ASCII menos 48. Portanto, para CNPJs só com números, o resultado não muda.

Nos documentos fiscais eletrônicos, a Nota Técnica Conjunta 2025.001 manteve a chave de acesso com 44 posições. Contudo, o trecho do CNPJ passou a aceitar letras, e o dígito verificador da chave segue a mesma lógica de conversão.

No CNAB 444, o efeito é direto. No layout de referência, o documento do sacado é um campo numérico de 14 posições, tanto no registro de detalhe (posições 221 a 234) quanto no registro de lastro (posições 82 a 95). Ou seja, um CNPJ com letras não cabe nessa definição. Três providências:

  1. Confirme com o administrador ou o custodiante qual versão do layout aceita CNPJ alfanumérico e em quais campos.
  2. Atualize os validadores de CNPJ e da chave da NF-e para o novo cálculo de dígito. O CPF não muda.
  3. Faça uma remessa de teste com um sacado de CNPJ alfanumérico antes de precisar dela em produção. A Receita disponibiliza um simulador que gera CNPJs fictícios para teste.

Erros comuns que travam a remessa

ErroPor que aconteceComo evitar
Linha com mais ou menos de 444 caracteresPlanilhas e editores cortam espaços à direita ou mudam a codificação do textoGerar pelo sistema e conferir o tamanho de cada linha antes do envio
Acentos, cedilha e caracteres especiaisNomes e endereços copiados do ERP sem tratamentoConverter para maiúsculas sem acento na geração
Valor com ponto ou vírgulaExportação com formato regionalUsar só dígitos, com duas casas implícitas
Chave da NF-e inválida ou trocadaChave digitada, truncada ou de outra notaValidar tamanho, dígito verificador, modelo, número, série e CNPJ do emitente
Sequencial quebradoLinhas removidas à mão ou arquivos concatenadosRenumerar na geração e fechar o trailer com o último sequencial
Título em duplicidadeMesmo número de controle ou de documento enviado em mais de uma remessaConferir contra a carteira antes de gerar o arquivo
Termo de cessão divergenteNúmero do termo no arquivo diferente do instrumento assinadoGerar o arquivo e o termo a partir da mesma base
Datas incoerentesVencimento anterior à emissão ou data no formato AAAAMMDDValidar o formato DDMMAA e a ordem das datas
Documento do sacado inválidoDígito verificador errado ou CPF sem zeros à esquerdaValidar o dígito e completar com zeros
Ocorrência sem contrapartidaBaixa ou recompra enviada sem o movimento complementar exigidoSeguir a tabela de ocorrências do administrador

Onde o CNAB 444 entra no fluxo da cessão

  1. Seleção dos recebíveis. Primeiro, originador e cedente definem os títulos e as notas fiscais da operação.
  2. Geração da remessa. Em seguida, o sistema de gestão monta o CNAB 444 com os títulos, os valores de face e de aquisição e o número do termo de cessão.
  3. Validação. Depois, o arquivo é conferido na estrutura (tamanho, tipos e sequencial) e no conteúdo (documentos, chaves, valores, datas e duplicidade).
  4. Formalização. O termo de cessão e os demais documentos são assinados por cedente, fundo e demais partes. Em operações com muitos títulos, a assinatura em lote evita retrabalho.
  5. Verificação e registro. Na aquisição, o gestor verifica a existência, a integridade e a titularidade do lastro dos direitos creditórios (art. 36). Periodicamente, o custodiante, ou o administrador se o regulamento previr, verifica o lastro dos créditos que entraram por substituição e dos vencidos e não pagos (art. 38). Ambos os artigos são do Anexo Normativo II da Resolução CVM 175. Em seguida, os títulos registráveis seguem para registro.
  6. Liquidação e instruções. Por fim, pagamentos, baixas e recompras viram novas ocorrências. O arquivo de retorno pode vir em 400 ou em 444 posições, conforme o administrador.

Como a Flixsign entra nesse fluxo

Na Flixsign, a operação pode entrar pelo arquivo CNAB 444 gerado no sistema de gestão do fundo, com conversão e validação do conteúdo e sem redigitação. Em seguida, o termo de cessão e os demais documentos seguem para assinatura em lote, com ou sem certificado ICP-Brasil. Além disso, o cedente assina pelo celular, sem cadastro prévio. Depois, os títulos são encaminhados a registro, e os eventos das notas fiscais vinculadas continuam monitorados como apoio às rotinas do gestor e do custodiante.

Contudo, a Flixsign não é custodiante, registradora nem escrituradora. No lastro, ela confere, na base oficial da NF-e, se cada nota fiscal existe e qual é o status dela, antes e depois da cessão; a responsabilidade regulatória pela verificação continua com o gestor e o custodiante. Para conectar o sistema do fundo, veja a integração via API e a solução para FIDCs.

Checklist antes de enviar o CNAB 444

  • Versão do layout confirmada com o administrador: posições, espécies e códigos de ocorrência.
  • Código do originador correto no header.
  • Todas as linhas com 444 caracteres e sequencial contínuo até o trailer.
  • Texto em maiúsculas, sem acentos e sem caracteres especiais.
  • Valores com duas casas implícitas e datas em DDMMAA.
  • CPF e CNPJ de sacados e cedente com dígito válido, já preparados para o CNPJ alfanumérico.
  • Chave da NF-e com 44 posições, dígito válido e coerente com número, série, emissão e emitente.
  • Totais de valor de face e de aquisição batendo com o borderô e com o termo de cessão.
  • Número do termo de cessão igual ao do instrumento assinado.
  • Nenhum título já cedido ou em duplicidade na carteira.
  • Nome do arquivo no padrão do receptor.

CNAB 444 e duplicata escritural

A duplicata escritural muda a origem do título. Ela é emitida por lançamento em sistema de escriturador autorizado pelo Banco Central (Lei 13.775/2018), associada ao documento fiscal eletrônico. Os sistemas de escrituração entraram em operação em 15 de julho de 2026, em produção assistida. Os prazos a partir dos quais as instituições financeiras só poderão negociar duplicatas escriturais variam conforme o porte do sacador. Eles contam a partir da última etapa de interoperabilidade, com estimativas entre 2027 e 2028.

Ainda assim, a duplicata escritural não elimina, por si, a necessidade de o fundo receber, validar e conciliar os dados de cada cessão. O que muda, sobretudo, é a referência do título, que passa a ser o lançamento no sistema do escriturador. Por isso, vale preparar o validador do CNAB 444 para cruzar o arquivo com essa informação. Para os impactos regulatórios, veja CVM 175 e duplicata escritural.

Perguntas frequentes

O que é CNAB 444?

É o layout de remessa com 444 caracteres por linha usado na cessão de recebíveis a FIDCs. Ele parte do CNAB 400 do Bradesco e acrescenta a chave da NF-e.

Qual a diferença entre CNAB 400 e CNAB 444?

Enquanto o CNAB 400 é o layout de cobrança de cada banco, o 444 acrescenta a chave da NF-e e, no mercado de FIDC, campos da cessão, como coobrigação e valor de aquisição.

O CNAB 444 é um padrão da FEBRABAN?

Não. A FEBRABAN padroniza o CNAB 240. O CNAB 444 é uma adaptação de mercado, e cada administrador ou custodiante publica a sua versão.

A chave da NF-e é obrigatória em todos os títulos?

No layout de referência, é obrigatória para duplicatas. Para cheque e contrato, o campo não é exigido. Já lastros de serviço, como a NFS-e, vão no registro de lastro.

O arquivo de retorno também tem 444 posições?

Depende do administrador: há retornos em 400 posições e em 444.

Dá para gerar o CNAB 444 no Excel?

Dá, mas é uma fonte frequente de recusa: planilhas cortam espaços, mudam formatos e mantêm acentos. Por isso, prefira gerar pelo sistema de gestão e validar o arquivo antes do envio.

O CNPJ alfanumérico afeta o CNAB 444?

Sim. Desde julho de 2026, novos CNPJs podem ter letras. Por isso, campos numéricos, como o documento do sacado, e os validadores da chave da NF-e precisam ser revistos com o administrador.

A Flixsign recebe arquivos CNAB 444?

Sim. A operação pode entrar pelo arquivo CNAB 444, com conversão e validação do conteúdo, e seguir para assinatura em lote. As notas fiscais vinculadas têm a existência e o status conferidos na base oficial da NF-e, antes e depois da cessão. A Flixsign não é custodiante, registradora nem escrituradora.

Fontes

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Última revisão: 16 de outubro de 2026. Conteúdo informativo; não substitui o manual técnico do administrador ou do custodiante do fundo.

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Escrito por

Rodrigo Matioli · CRO da Flixsign

Rodrigo Matioli é CRO da Flixsign, plataforma de formalização e assinatura de operações de crédito para FIDCs, securitizadoras e factorings. Tem 4 anos de mercado em tecnologia para crédito e assinatura digital. Antes da Flixsign, liderou vendas e desenvolvimento de negócios e foi CRO em empresas do setor.